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A semana de moda mais importante do país chegou ao fim. O SPFW escreveu seu legado para a primavera/verão com shape mais amplo, não a ponto de se dizer que está tudo muito largo, mas também distante de roupas colantes e abafadas. A ordem é ventilar um pouco até na alfaiataria.
Macacões, boyfriend pants, camisas mais amplas, batas assimétricas, algumas bermudas e tudo do mais fresco possível, mas sem abrir mão de ser feminino. As transparências comprovam esta tese.
Nas estampas, florais digitais, mix de xadrez com grafismo em cores como o cinza, branco, preto, terrosos, verdes e muitos tons de flúor (combinados com os mais pastéis, claro).
Para a moda praia, poucos biquínis e maiôs do jeito que a gente sempre conheceu. Os desfiles mostraram quase roupas de praia porque o corpo veio excessivamente coberto. No corte, tomara-que-caia, calcinhas com cintura larga, drapeados em estampas de flores e bichos – tudo pronto para uma festa na piscina.
No final, este verão vai ser mais clean e até mais chique. Talvez tenha faltado um pouco de clima de festa, mas criar com o mundo saindo (será mesmo?) de uma crise não deve ser tão fácil.