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A grife Cavalera abriu o 5º dia de desfiles de uma maneira bastante inusitada, no Minhocão. A marca levou os modelos para fora das salas da Bienal e acomodou o público em cadeiras de praia colocadas na rua. As peças tinham estampas com a bandeira da cidade de São Paulo, muita cor e animação. Para os homens a grande aposta foram os bermudões, blazer e jaquetas de alfaiataria. Para as mulheres as minissaias de cintura alta, vestidos e shorts de barra dobrada.
O segundo desfile do dia foi apresentado pela Neon, também na parte externa da Bienal. A grife mostrou peças coloridas e manteve o contraponto com tons pastel e fluorescentes. A silhueta apareceu ampla nos saiões, camisões, caftans e túnicas. As peças justas ficaram por conta dos bodies e catsuits.
Ronaldo Fraga criou uma Disney Latina, com elementos de todo o continente e motivos de estamparia colombiana. As formas amplas de Ronaldo continuam firmes e fortes, trata-se de um estilo bem conhecido. Para os homens, que agora ganharam alfaiataria.
Jefferson Kulig apostou nos vestidos e deixou as pernas à mostra. Outro ponto marcante foram as transparências, as leggings metalizadas e sandálias com aplicações.
A moda para homens ficou por conta da grife de Mario Queiroz. O estilista levou muita elegância para a passarela em clima de Paris. Os modelos vestiram ternos com paletó curto e calça com gancho baixo. As listras foram misturadas ao xadrez, e os shorts usados com camisa de manga longa ou polo de tricô.
Lino Villaventura fechou o 5º dia de desfiles na Bienal. O estilista levou leveza para passarela e usou como inspiração o amor entre caçador e ninfa. A transparência apareceu forte nas peças, assim como as saias com forro de tule, blusa com apicação de babados, drapeados, dobraduras, decotes e aplicações de cristais. Para os homens: calças justas, coletes e sapatos com cores fortes.